Embora possa não parecer devido à duvidosa qualidade do texto, os Humanos são tipos inteligentes, e relativamente complexos, no mínimo para outros Humanos actualmente. Pelo menos aqueles que já "levaram porrada" são assim. Há muito que não se vê neles quando se olha para uma caixa. Há muito que não se sente quando se decora uma receita. Há muito que se perde numa interpretação absolutista parcial. Existem padrões, certo; mas achar que um punhado de características estabelece relações causa-efeito por si só (ainda para mais quando a informação que usámos para as concluir é reduzida), não é ciência, é apenas pouco mais que fé. Somos uma função disso sim, mas existem infinitas mais variáveis na expressão, muitas delas que variam também ao longo do tempo. A mudança é humana e o que chamamos sorte tem um papel que quem "nunca levou porrada" tenta em vão subestimar. Um ser humano é permeável, mas, pelo menos para já, é único: tem um património genético único (excepto os gémeos verdadeiros), uma história única, uma perspectiva do seu contexto única, um corpo único, uma educação única, amigos únicos, cicatrizes únicas... e isso não cabe numa caixa. Não se iludam com receitas; felizmente, até ao mais fundo que conseguimos ir, eles são bastante imprevisíveis... pelo menos os que já "levaram porrada".
2012/03/10
Receituário de "psicologia", uma pseudo-ciência
Embora possa não parecer devido à duvidosa qualidade do texto, os Humanos são tipos inteligentes, e relativamente complexos, no mínimo para outros Humanos actualmente. Pelo menos aqueles que já "levaram porrada" são assim. Há muito que não se vê neles quando se olha para uma caixa. Há muito que não se sente quando se decora uma receita. Há muito que se perde numa interpretação absolutista parcial. Existem padrões, certo; mas achar que um punhado de características estabelece relações causa-efeito por si só (ainda para mais quando a informação que usámos para as concluir é reduzida), não é ciência, é apenas pouco mais que fé. Somos uma função disso sim, mas existem infinitas mais variáveis na expressão, muitas delas que variam também ao longo do tempo. A mudança é humana e o que chamamos sorte tem um papel que quem "nunca levou porrada" tenta em vão subestimar. Um ser humano é permeável, mas, pelo menos para já, é único: tem um património genético único (excepto os gémeos verdadeiros), uma história única, uma perspectiva do seu contexto única, um corpo único, uma educação única, amigos únicos, cicatrizes únicas... e isso não cabe numa caixa. Não se iludam com receitas; felizmente, até ao mais fundo que conseguimos ir, eles são bastante imprevisíveis... pelo menos os que já "levaram porrada".
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02:16
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2010/09/20
instantes
vermelho, varre, volta, vai,
sobra, sim, sal e suor,
nossa, nunca, nada, nu,
oh, olha, outro, olá,
primeiro, parte, para, pó.
forte, faz, fraca, fé,
tenta, tudo, todo e talvez,
corra, corte, cole, caia,
resto, retém, ruído, rua,
mais, meu, muda, mundo.
Azul!
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2009/11/07
já acreditei mais
não há muito a dizer sobre todos estes dias em que se torna difícil conjugar o presente. não há muito a dizer sobre o que se é e o que se espera, nem há como falar do que não existe. as memórias são feitas de saudade mas as minhas apenas esperam para ser. razões e oportunidades são fantasias do ego para justificar a necessidade do que falta. ilusão. sem ela se esfumam todos os dias a cada amanhã que passa, e o futuro flui silencioso por entre meras lembranças de sonhos.
não vos tenho dito nada porque na verdade não há muito a dizer, e hoje não foi excepção.
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21:35
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2009/07/14
um dia conto-te...
dizem que vives assim,
vento de um dia de sol,
suave e ligeiro,
viajante;
que passas despercebida
pelas tardes,
e me recordas o frio
de noite,
como brisa que sopra o meu rosto
e logo se esvai no horizonte.
adivinhasses tu quantos dos meus poemas são teus...
quanto do meu eu és tu...
e não voarias mais para longe,
como neste dia de sol ventoso.
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20:13
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quebrando
as decisões mais importantes são as tomadas nos momentos em que desistir se torna a opção mais fácil.
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15:29
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2009/07/04
sou mais que eu
não penses sequer que te esfumaças novamente,
por entre a penumbra da cobardia que me cega,
quebrar-me-ei se necessário em inúmeros e repetidos dias incertos,
para poder amar a diferença em cada momento deles.
viverei como souber, não saberei como viveria,
pois infinitas regras não valem metade de um sorriso.
antes negativo que nulo,
antes derrotado que transeunte,
antes vivo que morto.
é agora o momento para saber que o amanhã nunca será.
desta vez não vou desistir enquanto não respirar o mundo de uma só vez.
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2009/06/25
"there's room at the top they are telling you still"
"...but you're still fucking peasants as far as I can see..." - J.L.
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2009/06/20
objectivos individuais: obrigatoriamente relativos, únicos e mutáveis
os únicos desafios que merecem ser aceites são os que colocam em causa tudo aquilo que pensas ser.
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17:29
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2009/05/31
2009/05/24
o sentido de uma vida
não são as vitórias nem as glórias,
ou os elogios e os trocados...
o aplauso de uma vida
é apenas o que quero ouvir no fim.
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